02 novembro 2014

errr oi?

Oi gente, 
Abandonei o blog já faz bastante tempo porque surtei quando um amigo (agora ele é meu namorado, what are the odds) descobriu sobre isso tudo e começou a ler as postagens mais antigas. É engraçado né? Na época um número considerável de pessoas já me lia, mas pensar que alguém conhecido também estava lendo e julgando minhas historinhas e comentários foi como estar nua num pedestal. Mas enfim, andei batutando sobre isso faz um tempo e decidi criar outro blog, na verdade eu podia até continuar com esse aqui, mas começar as coisas de novo parece uma idéia melhor. Se quiserem me acompanhar por lá, o link é esse aqui e desculpa, mas o layout não tá pronto ainda. 
tenham uma boa semana, galera! 

25 maio 2014

mememememememe

Já faz séculos que eu não posto um meme aqui. São vários os que me interesso a fazer, só que como ninguém me chama pra brincadeira, fico de fora, graças a minha timidez exagerada. Esse aqui é um meme literário belezinha e quem me passou a bola foi a dona Anna Vitória, e como fartura vem de uma vez só, a Ana do Vírgula Assassina passou pra mim o famosíssimo mime escrito, que logo logo postarei por aqui, pra agradecer a brincadeira, passo esse aqui pra ela (e pras outras meninas do blog, também). Sem mais delongas, vamos lá:

Vox Populi (um livro para recomendar a toda a gente)

Acho complicado indicar livros, principalmente pra pessoas que não gostam de ler, daí, quando um individuo desses me pede uma indicação, geralmente eu sugiro algum YA (bom, de preferencia) que vão os fazer pegar gosto pela arte. Fugindo a regra, tô lendo agora Capitães de Areia, e eu, menina burguesa, nascida no berço de ouro da classe média, não sei se choro de vergonha ou entro dentro desse livro, fujo pra Bahia e me faço de mãe pra esses meninos igual a Wendy fazia para os Capitães da Areia lá da Terra do Nunca. Tem gente que torce o nariz pra literatura brasileira, ainda mais pra literatura que cai em vestibular, mas esse livrinho deveria estar na lista obrigatória da vida de todo mundo. Ainda nem terminei, mas já estou amando e querendo ler tudo que o sr. Amado já escreveu. Além disso, tenho certeza absoluta que no final o Pedro Bala morre, só porque ele é um personagem muito amor.

A Solidao dos Numeros Primos

2. Maldito Plágio (um livro que gostaríamos de ter escrito)

Gente que gosta de ler pelo menos uma vez já se imaginou como escritor. Mesmo que eu adore livros de fantasia e histórias mirabolantes, devo ser realista e admitir que eu mal consigo escrever contos curtinhos do gênero, imagina um livro todo. Mas se tem uma história que eu consigo me imaginar escrevendo é A Solidão dos Números Primos. Li esse livro já faz tempo, então posso errar a história, mas o livro segue a vida do Mattias e a Alice, desde a infância até a meia-idade, e eu adoro essa metáfora dos números primos que o livro apresenta. Além de eu ter que dizer que a capa dele é linda por demais e eu nunca poderia deixar que colocassem uma capa feia num livro meu.

3. Não vale a pena abater árvores por causa disso

É complicado escolher um livro pra essa categoria, porque geralmente, se ele está ruim, eu só deixo de lado e logo esqueço. Mas um livro que li até o final esperando alguma coisa boa, mesmo sabendo que estava ruim por bosta, é Fallen. Não entendo como esse livro conseguiu uma base de fãs tão grande. Acho chato, gente. Os personagens são bestas, a capa me dava vergonha, a moça principal era sonsa e todo mundo agia como se ela fosse fantástica, como sempre acontece em YAs sobrenaturais de romance. Até tentei ler a continuação, mas não consegui, o veredito não mudou: ruim.

4) Não és tu, sou eu (um livro bom, lido na altura errada)

Não sei se algum dia vou superar o drama de não ter encontrado a luz verde de O Grande Gatsby que todo mundo vê. Inclusive, tenho uma preguiça enorme de Fritzgerald no geral. Mas não ter amado e colocado num pedestal esse livro foi provavelmente uma das maiores decepções da minha vida. Tanto que não considero a batalha perdida e assim que me encontrar no clima, vou tirar o livrinho da estante e ah, mas eu vou amar esse livro.

5) Eu tentei... (um livro que tentamos ler, mas não conseguimos)

Meu irmão me disse que a trilogia Fundação do Isaac Asimov foi uma das melhores coisas que ele já colocou os olhos sobre. Nem vou tentar explicar pra vocês a sinopse porque é complicado de uma forma extremamente linda e inteligente. Mas o encanto acaba aí porque já foi umas três vezes que comecei a ler o bendito e não consegui terminar por motivos desconhecidos. Mas novamente, a guerra ainda não está perdida e ainda domo o leão e leio os três livros numa sentada só.

6) Hã? (um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro com final surpreendente)

Ana Karenina foi a minha iniciação a literatura russa e acho que não há forma melhor de começar a ler os novelões de Tolstoi. Lê-lo foi uma ótima experiência, parte porque li junto com uma amiga numa maratona onde tínhamos que terminar bem rápido porque os ingressos pra ver a adaptação (que adorei, inclusive) já estavam comprados, parte porque eu era bem jovem então não tinha me contaminado com spoilers sobre o que acontece nos trilhos do trem. O fim da trama da moça que nomeia o livro não foi o único ótimo fim, e posso dizer que não esperava mesmo as reflexões que o Liévin faz perto do fim.

7) Foi tão bom, não foi? (um livro que devoramos)

O terceiro livro das Crônicas do Gelo e Fogo foi um presente dos deuses que veio na hora certa, com a história certa, focando nos personagens certos. Acho que li aquele livro em um pouco mais de uma semana, o que é um grande feito pra mim, considerando suas mil páginas e o tempo padrão que demoro lendo livros.

8) Entre livros e tachos (uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós)

Pra ser honesta não encontrei nenhum livro que se encaixasse perfeitamente a essa categoria, mas aí lembrei que em Let it Snow, um livro de contos que envolve o nosso natal idealizado, com neve e suéteres da vovó, a Duke, personagem do conto escrito pelo sempre amável John Green fala e fala sobre as batatas rosti com queijo feitas num restaurante da cidade deles, tanto que, no meio de uma nevasca terrível na véspera de Natal, Duke e seus amigos se lançam numa jornada perigosíssima até o tal restaurante em busca das benditas (well, pelo menos ela). Não sei o que diabos é uma batata rosti, mas desenvolvi uma teoria de que qualquer coisa que envolva queijo e batatas sempre resulta em algo delicioso.

9) Fast forward (um livro que poderia ter menos páginas que não se perdia nada)

Quando eu tinha onze anos ganhei A Menina de Pés de Vidro de aniversário. Hoje, quatro anos depois, ainda não consegui terminar as duzentas páginas (na verdade, mal passei das cinquenta primeiras) de tanto lenga-lenga. Mesmo assim, esse livro parece ser uma gracinha, e algum dia desses tiro ele da estante e leio as 150 restantes.

10) Às cegas (um livro que escolheríamos só por causa do título)

Olha vou ser bem honesta e dizer que leria vários livros do Paulo Coelho só pelo nome.Vocês podem todos dizer que ele é ruim e blá blá blá, mas acho os títulos ótimos, com especial destaque á Verônica Decide Morrer. Não entendo o ódio pelo moço, minha gente, e também, já que vamos colocar as cartas na mesa, nunca dei muita bola pra haters intelectuais que só dizem que é ruim, ruim, ruim e ruim. Também não posso dar opinião, porque eu mesma nunca procurei saber nada dos livrinhos do senhor, muito menos entender entender porque tanta gente joga pedras. Menção honrosa á Robert W. Chambers, com o seu O Rei de Amarelo, que pelo que parece, é uma coletânea de contos de terror que é tipo top top top. Nunca li, mas leria só por esse nome.

11) O que vale é o interior (um livro bom com a capa feia)

Minha gente, o que aconteceu com as capas de O Morro dos Ventos Uivantes? Romance tenso, que pega o seu coração com a mão e joga ele no chão até explodir e depois dança em cima. Enfim, tudo que um classicão inglês precisa adicionando a isso personagens maus. Muito maus. Não sei explicar esse livro, gente, gosto tanto dele e fico morrendo de vergonha de levar ele pra qualquer lugar sabendo que a galera vai pensar que é um livro fraquinho pós-Crepúsculo graças aquela capa horrorosa que a editora colocou, com direito a três pontos (acho horrível) e referencia a saga dos vampiros purpurina.

12) Rir é o melhor remédio (um livro que nos tenha feito rir)

Complicada essa. Eu sou uma pessoa chata e muito lerda. A que ri por último porque não entende a piada, sabe? Daí vou cair no óbvio e mandar O Guia do Mochileiro das Galáxias (ainda mais que hoje é dia do orgulho nerd <3). Não leio muito comédias, então esse foi o único livro que cai na gargalhada mesmo, de rir alto e depois ficar lembrando. Saudades Arthur <3

13) Tragam-me os Kleenex, faz favor (um livro que nos tenha feito chorar)

Quis fugir do clichê, mas gente, isso não existe nessa categoria, o livro que mais me fez chorar of all the times é A Menina Que Roubava Livros, que li três vezes and couting porque jamais me cansarei da saga da mocinha que amava os livros e o menino que queria ser Jesse Owens. Amor define.

14) Esse livro tem um V de volta (um livro que não emprestaríamos a ninguém)

Eu não sou muito de frescuras com livro. Não ligo em grifar, colocar notas nos cantos das páginas, morder ou beijar o livro, porque né, gente, ele tem que ter uma história só dele, caso contrário, vai acabar igual a todos os outros exemplares enfileirados na estante da livraria. A única coisa que  não curto mesmo é quando envergam a capa, porque isso desanda totalmente a estrutura do coitado. Por isso mesmo, a minha coleção de As Crônicas do Gelo e Fogo são tão exclusivas: é paper paperback, com folhas finíssimas e capa que pode muito bem começar a soltar nas pontas, sabe? Então esses só empresto para quem eu sei que cuidará, e devolverá intactos.

15) Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que estamos constantemente a adiar)

Machado, Machadinho, rei coroado e aclamado da literatura brasileira, meu futuro escritor favorito. Já comentei anteriormente o meu caso com esse senhor: quero muito ler, amar, colocar num pedestal, tatuar Memórias de Brás Cubas na minha alma e etecetera. O caso é que eu tenho medo, gente, medo de que Machado de Assis seja o meu novo Fritzgerald. Porque eu já tava pronta pra comprar o moletom de O Grande Gatsby, e me encontro não amando a obra. E se eu não gostar de Machado, então só pode ser que eu seja burra, né mesmo? (brinks)  

08 maio 2014

paixões idealizadas

Não sei se vocês concordam, mas eu acho gente um troço muito inspirador. Não são todas: tem pessoas que você bate o olho e elas parecem ser rasas iguais os laguinhos que secaram todos no verão desse ano. Claro que muitas vezes essa primeira impressão é tão errônea quanto diz o ditado, mas eu gosto de gastar meu tempinho com pessoas que já parecem interessantes logo do começo.

Uma mistura perigosa é somar à esse interesse por gente interessante uma imaginação fértil igual a minha. Eu costumo imaginar diálogos para tudo, seja o meu receptor o tio da locadora, seja o John Lennon no pós-túmulo. Já me disseram que nada de bom esse hábito trás, muito menos pra gente que compartilha a minha ansiedade selvagem e mil vezes mais precoce que a de todo mundo, afinal de contas, se tem uma coisa que pessoas (sejam elas interessantes ou não) sempre são é imprevisíveis.

Feito esse comentário, queria contar pra vocês o episódio do Menino Bonito. O Menino Bonito, gente! Sabe esse garoto que freqüenta a mesma escola que você, o mesmo curso de inglês ou é irmão de uma amiga sua e ele é completamente inspirador? Talvez parte da razão seja o quão incrivelmente bonito ele é, algo com como o tamanho dos olhos dele coincidem perfeitamente com o tamanho do sorriso dele, e a imagem fica perfeita ao enxergar o cabelo tão cuidadosamente despenteado, no estilo “acordei lindo”. Além disso, pelo que eu conheço, o Menino Bonito compartilha do meu maravilhoso gosto musical e tem Arcade Fire como uma das suas bandas favoritas, e é também o tipo de pessoa “tirei 750 no Enem quando estava no primeiro ano, não, eu não estudo”. Eu já me sinto automaticamente atraída por gente que ouve boa música, imagina se for um cara com todos esses atributos? Vocês nem precisam saber o nome do Menino Bonito (acredite, é nome de menino bonito) porque na realidade isso nem importa: só tive umas três conversas com ele, – nenhuma delas durou mais do que cinco minutos – conversas de onde tirei as informações apresentadas nesse parágrafo, enquanto eu ficava vermelha igual o uniforme do Flash e não conseguia conter o sorriso envergonhado só porque ele estava olhando pra mim e eu olhava pra ele.

O Menino Bonito não é o tipo de garoto com quem eu me vejo namorando. Até porque, se minhas fontes de informação (as mais confiáveis da cidade) estão certas, ele está namorando uma menina que é até muito gente fina (sorte dela), e gente, os dois são a coisa mais bonitinha do mundo juntos. Além disso, Frozen me ensinou que a gente não pode casar (nem namorar) caras que a gente acabou de conhecer (já conheço o Menino Bonito a mais ou menos um ano, entretanto, como já comentado, só três conversas ~de verdade~). E já me disseram que ele é de virgem, e segundo a moça que sentou do meu lado no ônibus, virgem não combina com touro, não. O Menino Bonito, caros leitores, é nada mais, nada menos que uma alegoria ao homem perfeito que dizem que a gente vai encontrar e vai ser galante, sexy, gentil, além de inteligente pacas. O Menino Bonito, de longe é tudo isso mesmo, por isso que nem quero namorar ele, assim minha paixonite fica intacta.

Aliás, andar de ônibus muitas vezes trás o Menino Bonito a perambular no meu daydream. Cêis já tiveram isso? Meu corpo está sentado na poltrona desconfortável do lado da janela, mas a minha mente está formulando uma cena perfeita do futuro, seja ele próximo ou distante. E esse futuro é tão palpável que quando esse devaneio termina mal consigo me lembrar do que olhava ou ouvia enquanto estava lá, no futuro. Ando pensando em fazer Direito, que coincide em ser o curso que ele, o Menino Bonito, quer fazer, daí que, esses dias, enquanto eu sofria um desses devaneios, encontrei-me me imaginando numa festa de universidade e ele, claro, era veterano na exata mesma faculdade. Nem preciso contar o resultado disso.

*pesquisas apontam que o tom do vermelho que fica nas minhas bochechas quando vejo ele depois de escrever esse texto subiu drasticamente*

27 abril 2014

ribs

As vezes o sol bate por trás dos meus óculos escuros e meus olhos são refletidos no vidro em um tamanho bem maior. Hoje, talvez por obra da minha paranoia ou mais uma peça da mãe natureza, enquanto eu sorria demais, ou piscava muito forte, as linhas na minha pele me pareceram um pouco mais evidentes. Vocês podem dar risada, ninguém tem marcas de idade aos quinze anos, e principalmente, ninguém que religiosamente hidrata a pele noite após noite justamente para impedir que isso aconteça.

Não é vaidade, juro que não, ontem eu fiz quinze anos. E quando eu penso nisso, me dá uma vontade imensa de rir e de chorar. É tão engraçado, passei grande parte da minha infância assistindo filmes de adolescente, e imaginando como seria incrível ter quinze ou dezesseis anos. Ontem eu acordei e olhei no espelho por uns cinco minutos, sem me mover. E olha, estou agora aqui sentada, usando calças verdes e um moletom rosa, meu cabelo mostra as raízes oleosas e minhas unhas estão quebradas. Isso parece muito distante da Gabriella de High School Musical, ou de qualquer filme de sucesso da Molly Ringwald. Sei lá, adolescência é tão sobestimada.

O único presente que eu ganhei é foi o dvd de O Morro dos Ventos Uivantes, naquela versão com a Juliette Binoche e o Ralph Fiennes. Eu gosto muito desse romance porque todo mundo lá é ruim. Mas ruim mesmo, do tipo que faz você se sentir enojado. Os maus também amam, você sabe. E se tem algo que os filmes acertaram é como adolescentes conseguem ser maus. Cruéis. Eles vão lá e descobrem o seu pior medo, a coisa de maior valor que você tem, só para logo tirar de você.

Mas Hollywood não pega a mensagem perfeitamente. As pessoas fazem isso sem perceber, humilham alguém na frente de todo mundo e continua se sentindo bem, porque eles não veem isso como errado. Ninguém é completamente bom ou completamente mau, porque na sua cabeça, tudo que você faz é o certo. Ninguém faz o mal só por fazer o mal. Não sei se vocês lembram de quando escrevi sobre Reign aqui, mas sabe, o Francis está fazendo umas coisas bem babacas, mas se você olhar para cada atitude dele, na mente dele, tudo que faz é pensando que se trata realmente da melhor opção para ele, a França, Mary e a Escócia, só que não é! E daí eu penso: você pode culpá-lo por isso?

Eu tenho 15 anos. Até agora minha experiência com a adolescência não anda sendo exatamente o que eu sempre imaginei. Dá tanto medo envelhecer, vocês não acham? Não sei se “envelhecer” se aplica a essa idade: eu sou tão jovem. Mas sabe a sensação de que você está gastando sua vida? e pior, sua juventude. Não sei exatamente se esse texto tem muito sentido, mas enfim, só queria dizer, que eu tenho 15 anos e não sei lidar.

02 abril 2014

já acabou março?

Na verdade, já não acabou 2014? Porque esse mês durou pelo menos, uns dois anos, né mesmo? Ainda bem que estamos em abril. E abril, junto com seu sucessor, são os meses que mais amo no ano todo. Ninguém tá super cansado ainda, as férias estão batendo na porta, tá frio e é meu aniversário. Enfim, sem mais delongas, vamos lá.

ASSISTINDO: The Originals. Essa belezura tá humilhando a série mãe e é com um orgulho danado que digo isso, porque sempre apostei nos originals nenéns. E está prestes a melhorar, agora que a Rebekah foi embora. Na verdade, não sei se amo ou odeio a moçoila porque apesar dela ser um pé no saco, chata, e a definição perfeita de mimimi, ela consegue como ninguém colocar lenha em qualquer barraco, ou criar um fogo ela mesma, e tem qualidade melhor quando o assunto é seriado da CW? Aliás, acho que a Bonnie ou Celeste, ou Divina ou sejá lá qual for o nome da bruxa ruiva que esqueci deveria encontrar um feitiço para trazer todos os Mikaelson de volta, inclusive o irmão mais novo que nem vampiro era.

OUVINDO: Então, minha gente, meu aniversário se aproxima. Faço quinze aninhos dia vinte seis desse mês maravilhoso que é abril. Daí, expliquei pros meus pais que a cultura ocidental tem essa tradição meio besta de “debutar” uma menina, óbvio que eu, que nem sei andar de salto direito, não quero nem pensar em festa grandona, com valsa e vestido apertado. Meu sonho desde pequena é ir pra Europa comemorar os quinze em Londres/Paris, então vocês sabem: eu me sentiria uma princesa. Só que sei que dinheiro não dá em árvore e que se eu fizesse isso, até os quarenta ouviria minha mãe dizer que eles quebraram por causa da tal viagem, e blá blá blá. O presente que pedi foi bem mais humilde, veja bem: eu queria ir no Lollapalooza pra ver o show da Lorde ou do Arcade Fire. Viu só? Eu nem pedi pra ir nos dois dias, e contei que o pai da Carol levou ela no show do Justin Bieber quando já tinha ingressos comprados pra uma banda cover de Metallica no mesmo dia. Isso mesmo, ele abriu mão do tal show pra ver um monte de menina histérica além de um adolescente meio babaca gritando no palco. Pressãozinha emocional básica. Não funcionou, não vou nem no Lolla, nem no show do Fliperama em Chamas lá no Rio de Janeiro.
Mas pra quê toda essa história, Ana Paula? Para contar que como ato de protesto, deixo tocando os dois dos meus artistas favoritos que vem pro Lollinha no volume máximo o dia inteiro vinte e quatro horas por dia. Imagina se ALT-J tocasse também? Daí eu ia pra São Paulo escondida, por que né, sacanagem tem limites.

LENDO: Ganhei essa graphic novel sensacional do meu maninho chamada LOGICOMIX. A sinopse da wikipédia é: “Logicomix: Uma Jornada Épica em Busca da Verdade narra a busca de Bertrand Russell pelos fundamentos lógicos dos princípios matemáticos”. O Meu irmão está fazendo mestrados e segundo ele, tá vendo um tipo de matemática que nem graduado em matemática pura e aplicada vê (!!!!!). O nome do senhor Russell é várias vezes citado além de um monte de gente foda da matemática e filosofia aparecerem o que só deixa mais ♥. Eu acho matemática linda. Sério. Linda. E o Russel faz um monte de questionamentos que são sensacionais e quando você para pra ver, fazem todo o sentido. Quem sabe escrevo um post sobre isso.

Fora isso, o resto do mês foi: